Benjamin Steinbruch, da CSN, está vendendo ativos para reduzir alavancagem - Foto: Ana Paula Paiva/Valor |
CSN ainda não pagou o que está vendendo

CSN ainda não pagou o que está vendendo

Entre ativos de infraestrutura que fazem parte do plano de desinvestimento está Tora, comprada no ano passado


Por Maria Luíza Filgueiras - São Paulo

Entre os ativos de infraestrutura que colocou à venda, a CSN incluiu a companhia de logística Tora, comprada no ano passado. O grupo de Benjamin Steinbruch quer se desfazer do ativo antes mesmo de quitá-lo, como parte do plano de desalavancagem. Pelo acordo firmado em abril de 2025, os 70% da Tora foram negociados a R$ 742,5 milhões. No fechamento da operação, a CSN pagou R$ 300 milhões.

Os demais R$ 442,5 milhões, corrigidos, seriam pagos em três parcelas anuais em 2026, 2027 e 2028. A primeira delas venceria no dia 1º de abril, mas a CSN ainda não teria quitado, segundo fontes com conhecimento do assunto.

Ao Pipeline, a companhia diz que "não há nenhum descumprimento das condições de pagamento acordadas entre as partes para a compra da Tora, operadora logística de integração de modais", sem detalhar se houve quitação ou renegociação do prazo de abril.

Pipeline
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